top of page

Encontrando a Verdadeira Vitória na Derrota...

  • 5 de abr. de 2024
  • 1 min de leitura

O Poder da Rendição: Encontrando a Verdadeira Vitória na Derrota


“Como então se cumpririam as Escrituras que dizem que as coisas deveriam acontecer desta forma?” Mateus 26:54

 

Pensamento:


Diante das injustiças e opressões, muitos argumentam a favor do uso da força para garantir a justiça e o bem-estar dos oprimidos. Esses argumentos podem parecer persuasivos, mas se há um momento na história em que a injustiça e a opressão foram evidentes, foi quando o Filho de Deus foi levado à força para enfrentar um julgamento injusto.

 

Qual era a preocupação de Jesus nesse momento? Que as Escrituras fossem cumpridas. Se as Escrituras tivessem ordenado o uso da força para garantir direitos ou justiça, Jesus certamente o teria feito, pois tinha o direito e o poder para isso. No entanto, as Escrituras diziam o contrário – que Deus mesmo teria que sofrer e ser humilhado para salvar a humanidade.

 

A religião não pode ser imposta pela força; ela deve ser defendida, não por meio da violência, mas por meio do sacrifício. Jesus veio não para vencer disputas teológicas ou provar sua superioridade, mas para sacrificar-se e mudar o curso da história. Às vezes, é na derrota que encontramos a verdadeira vitória.

 

Você enfrenta alguma "derrota" em seu caminho, ou algo pelo qual precisa sacrificar-se? O que Jesus diria sobre isso?

 

Carlos Filho

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page