top of page

O Chamado à Obediência e ao Ensino...

  • 19 de abr. de 2024
  • 1 min de leitura

 

Texto Bíblico: “… ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei.” Mateus 28:20a

 

Pensamento


Como discípulos, nossa missão vai além de simplesmente obedecer a Jesus; também é ensinar outros a obedecerem a Ele. O que ensinamos não são conceitos teológicos abstratos ou discussões baseadas em deduções e tradições. Ensinamos aquilo que pode ser praticado e vivido. O Cristianismo não se resume apenas ao conhecimento intelectual, mas à aplicação prática do ensino de Jesus em nossas vidas diárias.

 

Embora compreender questões doutrinárias complexas seja importante em alguns momentos, não devemos nos deixar consumir por debates e discussões que nos afastam do cerne do chamado de Jesus: a obediência. Como está sua obediência? Um autor uma vez afirmou que o que mais o perturbava nas Escrituras não eram as grandes doutrinas que ele não conseguia compreender, mas as coisas simples que ele entendia perfeitamente bem, mas ainda não conseguia obedecer.

 

Então, como está sua obediência? Há algum pecado que você precisa confessar, algum perdão que precisa conceder, ou alguém a quem você deveria estar compartilhando o evangelho de Jesus? Que possamos não apenas obedecer a Jesus, mas também ensinar outros a fazerem o mesmo, vivendo como verdadeiros discípulos em todas as áreas de nossas vidas.

 

Muller, Carlos H.

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page