Responsabilidades que ignoramos
- Fontes, Elias T.
- 29 de dez. de 2025
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Responsabilidades que ignoramos — e as armadilhas que nos levam ao fundo do poço
Muitas quedas profundas não começam com grandes tragédias, mas com pequenas decisões mal discernidas.

🔹 Discernir antes de agir
Nem tudo o que podemos fazer convém. Ir a certos lugares, em certos estados emocionais, é escolha — não acidente.
🔹 Reconhecer os próprios limites
Quem sabe que não sabe beber, não sabe dizer “não” ou não sabe parar, precisa assumir isso. Ignorar limites não é coragem, é imprudência.
🔹 Não culpar fatores externos
A bebida, o ambiente ou as pessoas influenciam, mas não decidem. Transferir culpa impede mudança.
🔹 Escolher ambientes que favoreçam a vida
Lugares e companhias moldam comportamentos. Ambientes errados fortalecem impulsos destrutivos.
🔹 Assumir as consequências das escolhas
Liberdade sem responsabilidade gera sofrimento. Toda escolha tem custo.
🔹 Aprender a dizer “não” a si mesmo
Maturidade espiritual não é fazer tudo o que se quer, mas saber se conter para preservar a própria vida.
🔹 Não confundir liberdade com imprudência
Nem tudo que é lícito edifica. Muitas quedas são previsíveis — não inevitáveis.
📌 O fundo do poço não é castigo divino.
Na maioria das vezes, é o resultado de escolhas repetidas sem discernimento.
Responsabilidade não condena.
Responsabilidade liberta.

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