top of page

A Verdadeira Submissão ao Senhor...

  • 29 de fev. de 2024
  • 2 min de leitura

Além das Obras: A Verdadeira Submissão ao Senhor


Mateus 7:22-23 — "Muitos me dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?' Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal!"


Pensamento


É essencial refletir sobre as palavras de Jesus neste trecho do Evangelho. Ele nos mostra que não são as obras espetaculares que nos garantem um lugar no Reino dos céus. Profetizar, expulsar demônios ou realizar milagres são feitos notáveis, mas não são as obras fundamentais que Jesus espera de seus discípulos.


O verdadeiro teste de fé está na prática diária de viver em submissão a Jesus como Senhor de nossas vidas. Mais do que qualquer profecia, é a confissão de Jesus como Senhor e o compromisso de viver em obediência a Ele que são valorizados por Deus. É a transformação interior, o desprendimento da cobiça e do ódio, e a prática do amor até mesmo para com os nossos inimigos que realmente importam aos olhos de Deus.


O Senhor valoriza as obras realizadas no anonimato, as orações sinceras, o jejum dedicado e o serviço desinteressado ao próximo. Estas são as obras que demonstram uma vida verdadeiramente entregue ao Reino de Deus. Se negligenciarmos tais práticas ou persistirmos em viver em pecado, seremos confrontados com a dura realidade de não sermos reconhecidos pelo Senhor no dia do juízo.


Que possamos permitir que o Senhor opere o maior milagre possível em nós — a transformação do coração — e sigamos Jesus com sinceridade e devoção. Ao fazê-lo, não apenas evitaremos a surpresa desagradável no dia do juízo, mas também experimentaremos as bênçãos abundantes reservadas para aqueles que vivem em verdadeira comunhão com o Senhor.


Carlos Filho

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page