top of page

Discernindo os Frutos...

  • 26 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

Discernindo os Frutos: Identificando os Falsos Profetas


"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?" Mateus 7:15-16


Pensamento


Após alertar sobre a dificuldade de encontrar e seguir o caminho estreito, Jesus adverte os discípulos sobre os perigos que encontrarão mesmo após passarem pela porta estreita. É essencial que o discípulo prudente busque orientação e conselho de outros viajantes nessa jornada espiritual. No entanto, é importante estar ciente de que nem todos os que se apresentam como "ovelhas" são verdadeiramente confiáveis. Os falsos profetas se infiltram no meio do rebanho, uma realidade que remonta aos primórdios do Cristianismo.


A identificação dos verdadeiros seguidores de Cristo não se dá por meio de palavras eloquentes ou ações impressionantes. É pelo caráter e pela disposição em enfrentar os desafios do dia a dia que podemos discernir quem está verdadeiramente alinhado com os ensinamentos de Jesus. Assim como os frutos das plantas levam tempo para amadurecer, o caráter de uma pessoa se revela gradualmente. Pode ser uma palavra ou uma atitude, uma falta de interesse ou uma indisposição para servir. Os falsos profetas geralmente estão prontos para falar, mas nem sempre estão dispostos a ouvir e servir.


Que possamos buscar a orientação de Deus para discernir entre os verdadeiros e os falsos profetas, e que Ele nos conceda sabedoria para seguir os caminhos da verdade e da retidão.


Carlos Filho

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page