top of page

Encarando o Divino...

  • 3 de mar. de 2024
  • 1 min de leitura

Encontro Transcendental: Encarando o Divino


Apocalipse 1:17

“Quando o vi, caí aos seus pés como morto. Então ele colocou sua mão direita sobre mim e disse: ‘Não tenha medo. Eu sou o Primeiro e o Último.’”


Pensamento


Neste momento especial, recordamos as palavras de conforto de Jesus registradas no livro de Apocalipse. Ele se apresenta como o Primeiro e o Último, uma expressão de sua soberania e autoridade sobre toda a criação. Esta revelação transcende o tempo e o espaço, lembrando-nos da eternidade de Cristo.


Em meio às incertezas da vida, encontramos segurança na compreensão de que Jesus está no controle de todas as coisas. Ele é o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega. Desde a fundação do mundo até o desfecho final da história, Ele permanece inabalável em seu propósito e poder.


As palavras de Jesus, “Não tenha medo”, ecoam através dos séculos, trazendo conforto e esperança para todos os que o encontram em seus momentos de temor e angústia. Em um mundo repleto de incertezas, podemos confiar na promessa de que Ele está conosco em meio às adversidades.


Este encontro transcendental nos lembra da importância de depositarmos nossa fé e esperança em Jesus. Ao confiarmos nele, encontramos segurança para o presente e esperança para o futuro. Que possamos nos lembrar sempre da presença constante do Senhor, que nos acompanha em cada passo da jornada da vida.


Carlos Filho

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page