top of page

A Arte da Pacificação ...

  • 10 de mai. de 2024
  • 1 min de leitura

 

A Arte da Pacificação: Guiados pela Presença de Deus

 

Texto Bíblico: "Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus." – Mateus 5:9

 

Reflexão


O termo grego traduzido como "pacificador" deriva do adjetivo para "paz" e do verbo que originalmente significava "fazer". Os pacificadores não são meros espectadores que esperam pela paz; eles são agentes ativos que se empenham em promovê-la. Aqueles que buscam fazer a paz se esforçam pela reconciliação onde há conflito, pelo entendimento mútuo onde há discordância e pelo perdão onde houve transgressão. Essa busca pela paz é necessária em situações de conflito entre pessoas.

 

O ex-primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, que sacrificou sua vida na busca pela paz, sabiamente observou: "A paz não se faz com amigos. A paz é feita com inimigos." Estabelecer a paz entre duas partes antagônicas, seja entre indivíduos, famílias, grupos sociais, ou até mesmo entre comunidades religiosas rivais, é uma obra que somente os verdadeiros filhos de Deus podem realizar.

 

As qualidades que Jesus abençoa em Seus discípulos estão todas interligadas. Não se trata de alguns terem fome e sede de justiça, outros serem misericordiosos, e outros ainda serem pacificadores. O discípulo que tem Jesus como Senhor, guiando sua vida e inspirando suas atitudes e ações, gradualmente desenvolverá todas essas virtudes. Alguns podem destacar-se mais em uma área do que em outra, mas todos experimentarão mudanças em suas vidas pela presença de Jesus. E por meio deles, Jesus irá operar mudanças em tudo e em todos ao seu redor. Que plano maravilhoso Deus preparou para nós!

 

Muller, Carlos H.

 

Posts recentes

Ver tudo
DEMOCRACIA, VULNERABILIDADE E MANIPULAÇÃO

quem realmente decide? Após refletirmos sobre juventude, envelhecimento e formação moral, somos conduzidos a uma questão inevitável: A democracia pressupõe autonomia real ou opera sobre vulnerabilidad

 
 
 
CAPACIDADE MORAL É BIOLÓGICA OU FORMATIVA?

Uma análise teológico psicanalítica da responsabilidade Nos dois artigos anteriores analisamos os extremos da vida: a juventude em processo de maturação neurobiológica e a velhice sob risco de declíni

 
 
 
VELHICE, DECLÍNIO COGNITIVO E AUTONOMIA POLÍTICA

Idade cronológica garante discernimento? Se no artigo anterior refletimos sobre a imaturidade neurobiológica da juventude, agora nos voltamos ao extremo oposto da existência: a velhice . Vivemos um te

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page